Seguidores

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

NÃO PRECISA DIZER NADA,PERDAS NA VIDA, Porque sempre queremos o que não podemos ter ?



NÃO PRECISA DIZER NADA

ISSIS ANTUNES


NÃO PRECISA DIZER  NADA
DEIXA QUE EU DIGA TUDO,
FIQUE CALADO, APENAS SINTA
MEU GRANDE AMOR, SINTA EM SEU CORAÇÃO
AS ENERGIAS BOAS DESSE AMOR
TOCANDO O SEU CORAÇÃO,
 TE MOSTRANDO O MEU CORAÇÃO,
 O MAIS VERDADEIRO EU,DESPIDO DE TUDO

TE SINTO PERTO, MESMO AUSENTE
SEI QUE DE LONGE ME OUVES,
SEI  O QUE SENTES, QUANDO  MINHA VOZ
 TOCA O SEU CORAÇÃO,SENTES A EMOÇÃO,
POR ALGUMA RAZÃO, QUE DESCONHECEMOS
 ESTAMOS UNIDOS,MESMO LONGE ESTÁ PERTO DE MIM

MINHA ALMA EMERGE  NÃO FICA SEM VOCÊ
VAI SEMPRE DE ENCONTRO A VOCÊ
E  LEVA  PARA TI, SENTIMENTOS VERDADEIROS
SINCEROS, CHEIAS DE COISAS MAIS LINDAS PARA TI
QUE TOCAM A SUA ALMA COM UM AMOR SUBLIME.

MEUS PENSAMENTOS  SÃO COMO UMA BORBOLETA
  QUE TE TOCAM DE MANSINHO, CHEIA DE CARINHOS
NÃO PRECISAMOS DE PALAVRAS, MESMO DISTANTES
TUDO ESTÁ EM NOSSA MENTE, EM NOSSOS CORAÇÕES

ME OUVES DE LONGE, MESMO QUANDO MINHA VOZ NÃO TE ALCANÇA
ESCUTA MEU SILÊNCIO, DEIXA QUE EU TE FALE EM SILÊNCIO
TÃO CLARO COMO UMA LÂMPADA, SINTA O QUE MELHOR DE MIM
PRA TI, SE ESPANTA, ÉS SILENCIOSO  COMO A NOITE ESTRELADA
ESTÁS JUNTO A MIM.

 MESMO QUE  VOCÊ FOSSE  UMA SINGELA ESTRELA
 MAIS LONGÍNQUA  MEUS PENSAMENTOS CHEGARIAM A TI
ATÉ O INFINITO, TÃO CLARO COMO UM GRITO.

GOSTO DE  TI MESMO QUANDO ESTÁ CALADO E AUSENTE,
MESMO LONGE, ESTARÁ SEMPRE PERTO,  PARA SEMPRE
TUA EXISTÊNCIA ME BASTA.

Porque sempre queremos o que não podemos ter ?


Engraçado isso de querer o que não se pode ter ...A gente passa a vida buscando o que não temos, imaginando ser o que precisamos. Mas nem sempre é. Porque não ficar feliz com o que se tem ?

Não falo isso com uma visão conformista e pouco ambiciosa, até porque, definitivamente, este não é meu perfil. A questão é dar valor ao que se tem.De forma nenhuma quero fazer uma apologia ao conformismo. Acho que realmente temos que buscar o que queremos, correr atrás dos nossos sonhos, afinal, pedra que não rola cria limo, não é mesmo ? 
Mas às vezes, nesta busca desesperada pelo que acreditamos faltar em nossas vidas, damos as costas para o que já está presente. Deixamos de aproveitar e valorizar os imensos prazeres das pequenas coisas, que normalmente estão bem ali do nosso lado.
Será que o pasto do vizinho é sempre mais verde mesmo ? Ou será que apenas deixamos de regar o nosso ?
CACÁ
http://rodadadupla.blogspot.com



PERDAS NA VIDA

Quem de nós já não viveu uma situação de perda na vida? Com certeza todos já passamos por situações assim. Pode ter sido a perda de um ente querido por falecimento, por viagem, por separação, por ausência da consciência, por uma desavença, dentre tantos outros motivos. Este é um dos tipos de perda. Existem outros, tais como: perda da saúde, perda do emprego, perda do funcionamento de algum órgão do corpo, perda de um animal de estimação, perda da liberdade, perda de um objeto de estimação, perda da identidade, perda da fé, dentre tantos outros. Perder faz parte do ciclo normal da vida. Só perde quem está vivo!


São tantas as perdas que enfrentamos ao longo de nossa existência que às vezes nos sentimos tristes ou mesmo deprimidos e nem nos damos conta de que perdemos algo ou alguém.


A primeira perda que o ser humano sofre é a perda daquele lugar aconchegante e protetor que é o útero materno. Mas como sobreviver se não abandonarmos o útero de nossa mãe? Para que a vida possa ter continuidade é necessário que o cordão umbilical seja cortado.

Isto nos leva a uma reflexão muito importante: só podemos viver, progredir, conquistar o mundo na medida em que abandonamos determinados lugares, determinadas situações, determinadas pessoas, determinados princípios e conceitos.


A liberdade é algo que conquistamos à custa de enfrentamentos das situações novas e abandono de situações que nos incomodam. Não podemos estar em dois lugares ao mesmo tempo. Para estar em um é preciso abandonar o outro.


Ao longo de nossa vida vamos perdendo uma série de coisas para podermos conquistar outras. Alguns exemplos: perda do seio materno em troca da mamadeira e desta para nossa autonomia em nos alimentar. Perda do colinho gostoso para podermos andar sozinhos e chegar onde quisermos, independentemente.


Para cada perda, há sempre um ganho!
Na vida, nada é eterno! Tudo é passageiro, exceto nossa alma. Nos apegamos à existência material com unhas e dentes, acumulamos bens e pessoas. Não gostamos quando temos que nos separar delas. É doloroso, triste, Contudo, um dia, vamos nos separar! É inevitável! Este é um assunto que a maioria das pessoas não gosta, mesmo aquelas que dizem que "a única certeza que a gente tem da vida é a morte".

Às vezes nos incomodamos com coisas aparentemente fúteis, mas que naquele momento nos são fundamentais. O ser humano briga, ofende e até mata pelo apego que tem, pelo orgulho, pelo excesso de vínculo material, pela sede de poder.


O apego é uma característica normal do ser humano. No desenvolvimento de nossa vida tentamos nos libertar, mesmo que com dificuldades, daqueles apegos que nos fazem sofrer.


É tão bom querer bem e ser querido, amar e ser amado!


O que fazer com o apego? Me apego e corro o risco de sofrer quando houver uma separação? Não me apego para não sofrer? O que fazer?

O Budismo prega o não-apego às coisas e às pessoas mas sim à essência, ao bem. Contudo, é da natureza humana nos apegarmos. Claro que tudo em excesso não é bom. Radicalismos são sempre prejudiciais. Então concluimos que querer bem, amar, ser amado, nos apegarmos, enfim, é uma coisa boa, desde que dentro de certos limites.


E no caso de uma perda, de uma separação, o que ocorre?


Há uma série de reações que são normais diante de qualquer perda que sofremos. A este conjunto de reações podemos chamar processo de enlutamento:


1) Choque: é o abalo , o desespero e atordoamento, entorpecimento, confusão que nos acomete ao receber uma notícia de perda. Daí podemos reagir com apatia ou com agitação.

2) Negação: é a descrença na notícia ou no fato. A pessoa não acredita no que aconteceu. Trata-se, aqui, de uma defesa psicológica para fortalecimento da pessoa para ela poder dar continuidade.

3) Ambivalência: é a dúvida que a pessoa fica entre a aceitação e a não aceitação da notícia ou do fato.

4) Revolta: aqui a pessoa já acreditou na notícia ou no fato e fica revoltada com a situação, com as pessoas e até mesmo com Deus.

5) Barganha: é uma tentativa de conseguir de volta aquilo que foi perdido. Geralmente esta reação é dirigida a Deus.

6) Depressão: é uma profunda tristeza, que varia de acordo com o tipo e intensidade de apego que a gente tem com a pessoa ou situação de perda.



7) Aceitação e Adaptação: é quando a pessoa percebe que não tem mais jeito, que ocorreu mesmo a perda e a vida precisa continuar.

De uma forma ou de outra, todos nós passamos por todas estas fases quando perdemos algo ou alguém. Se a pessoa não se permitir passar por estas fases, ela ficará guardada dentro de nossa mente e um dia vai se manifestar de um jeito ruim (através de uma doença, por exemplo).

É muito importante que entendamos e aceitemos que há tempo de sorrir e há tempo de chorar, assim como há tempo de nascer e há tempo de morrer.

O luto pelas perdas que sofremos na vida precisa ser vivido de acordo com as crenças e valores culturais, religiosos e pessoais de cada um. Negar a dor de uma perda é como negar a própria vida. Perder dói, mas é um sofrimento que tem cura.

http://www.psicologiageral.com.br
José Paulo da Fonseca, é psicólogo, psicoterapeuta individual


TENHAM UMA BOA NOITE!